Santa Thaís
(8 de Outubro)
Santa Thaís era uma princesa egípcia de grande beleza e riqueza que
vivia no século IV. Um monge de nome Pafûncio inflamou-se com a idéia de
converte-la ao cristianismo com isto tira-la da vida pecaminosa. Em
breve Pafûncio teve seu desejo realizado.(Alguns estudiosos acham que
este monge São Pafûncio é o mesmo São Paphnutius- que era eremita junto
com Santo Onophrius). Thaís converteu-se ao cristianismo, desistindo da
vida que levava, com grande obstinação.
Queimou sua roupas e jóias em praça publica. O ato seria o primeiro de
uma serie de penitencias que a santa se submeteria. Santa Thaís entrou
para um monastério de freiras onde manteve-se em penitencia e
contemplação por três anos, dos quais não saia de sua cela a não ser
para ir a capela rezar. Não sorria, pronunciava uma só palavra, não
levantava olhar para ninguém, vestia roupas grossas feitas com sacos
velhos, dormia no chão e fazia jejum na base de pão e água.
(8 de Outubro)
Santa Thaís era uma princesa egípcia de grande beleza e riqueza que
vivia no século IV. Um monge de nome Pafûncio inflamou-se com a idéia de
converte-la ao cristianismo com isto tira-la da vida pecaminosa. Em
breve Pafûncio teve seu desejo realizado.(Alguns estudiosos acham que
este monge São Pafûncio é o mesmo São Paphnutius- que era eremita junto
com Santo Onophrius). Thaís converteu-se ao cristianismo, desistindo da
vida que levava, com grande obstinação.
Queimou sua roupas e jóias em praça publica. O ato seria o primeiro de
uma serie de penitencias que a santa se submeteria. Santa Thaís entrou
para um monastério de freiras onde manteve-se em penitencia e
contemplação por três anos, dos quais não saia de sua cela a não ser
para ir a capela rezar. Não sorria, pronunciava uma só palavra, não
levantava olhar para ninguém, vestia roupas grossas feitas com sacos
velhos, dormia no chão e fazia jejum na base de pão e água.
Sua obstinação e fé nas palavras de Jesus fizeram com que após três
anos de extrema penitencia ela fosse readmitida na vida da comunidade e
foi descrita como uma pessoa de grande bondade que cuidava, em especial,
dos pobres e doentes de sua época, chegando mesmo a lavar os leprosos e
os infectados com a peste da época (cólera e febre amarela). Sua fama
cresceu visto que ela milagrosamente, não contraia a doença das pessoas
que cuidava. Este teria sido o seu primeiro milagre. Diz a tradição que
no final de sua vida curava os doentes apenas com sua oração e benção e
chegou a prever o dia de sua morte com grande antecedência e ao morrer
repetia sem cessar a seguinte oração: "Vós que me criastes, tende
compaixão de mim" . Fez questão de ser enterrada em um cova comum sem
caixão ou qualquer outra proteção, e algum tempo depois de seu túmulo
exalava um perfume agradável. Em breve seu túmulo se tornou local de
peregrinação e vários milagres foram creditados a sua intercessão e no
século nono as sua relíquias foram trasladadas e guardadas em um
santuário na Igreja de São Praxedes, pelo Papa Pachoal I , que era seu
fervoroso devoto e teria sido curado de uma terrível doença pela
intercessão da Santa Thaís.
Fonte: Cade meu santo
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Santa Pelágia Penitente
(8 de Outubro)
São duas as santas com este nome — ou quatro, segundo o Martirológio romano. Mas se trata de um desdobramento.
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...São Luis Beltran
(8 de Outubro)
Luis Beltran nasceu em Valência (Espanha) em 1526, e foi o tipo de jovem aventureiro, aberto aos desafios. Obediente a voz do Senhor, venceu a oposição do pai e ingressou na Ordem Dominicana para ser sacerdote.
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Fonte: https://www.facebook.com/santododia
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