quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Prefeitura Municipal de Osvaldo Cruz divulga Nota à Imprensa sobre aterro sanitário.


Em vista da interdição do aterro sanitário de Osvaldo Cruz, por determinação de autoridades da Secretaria  de Estado de Meio Ambiente, foi divulgado  a Nota a seguir:

A Prefeitura de Osvaldo Cruz informa que parte do aterro sanitário da cidade foi interditado hoje (9) pela manhã por autoridades da Secretaria de Estado de Meio Ambiente.
O secretário de Meio Ambiente do Estado, Ricardo Salles e técnicos da Cetesb e Polícia Ambiental estiveram no aterro para interdição do espaço que era reservado ao depósito de restos de construção civil.
A Cetesb já havia notificado a Prefeitura para apresentação de um plano e execução de desativação daquele setor do aterro, mas o município não tinha dinheiro para efetuar as ações necessárias. O valor estimado para as providências exigidas chegava a R$ 1 milhão, segundo a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.                       
Assim, o espaço reservado para o depósito de restos de materiais de construção está com acesso interditado. O restante do aterro e o local onde funciona a Associação de Catadores de Recicláveis (Acroc) e onde são processados materiais recicláveis está em funcionamento.                       
A ação não afeta a destinação do chamado lixo comum, já que este tipo de material já é coletado e encaminhado a empresa Monte Azul, que tem aterro sanitário licenciado em área vizinha a área municipal.                       
A medida afeta diretamente os prestadores de serviços na área de caçambas para restos de construção. 
Uma reunião acontece logo mais 16 horas entre representantes do setor e da Prefeitura. Uma empresa já apresentou junto à Cetesb pedido de licenciamento para operação em Osvaldo Cruz quanto aos materiais de construção.                                               
Até que o licenciamento seja autorizado, a Prefeitura vai utilizar-se de equipamento próprio adquirido com recursos do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (Fecop) para processamento dos restos de construção.                       
Além de Osvaldo Cruz, o secretário de Meio Ambiente do Estado, Ricardo Salles, efetuou também a interdição de aterro sanitário em Adamantina.
É a Nota.

Giuliano Panvéchio
- Assessoria de Imprensa


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