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| Arte/Divulgação |
Assim como o museu, a frente da Igreja Matriz Nossa Senhora Auxiliadora é outro local preferido dos caçadores. Nesses locais, os jogadores podem adquirir itens necessários para o desenrolar do game, como novas “pokébolas” e os próprios pokémons. “Nesses lugares, os jogadores podem encontrar pokémons, principalmente quando usam um item chamado ‘lure module’, que atrai eles (pokémons) para a igreja e para o museu, e podem encontrar também itens do jogo, como ‘pokébolas’, poções, ovos de pokémons, etc.”, contou o jogador Henrique Katsumi Kimura Penna.
Mesmo quando o Museu “Índia Vanuíre” está fechado, há pessoas caminhando em seu entorno em busca das criaturas virtuais.
Fim de semana
No último fim de semana, era grande o número de jovens, crianças e adultos conversando e caminhando com os olhos fixos nos celulares.
Embora os riscos de acidentes e roubos precisem ser considerados, tem muita gente achando interessante essa nova modalidade de jogo, que usa uma sobreposição de figuras virtuais com imagens reais captadas pela câmera do celular – a chamada realidade aumentada. Além disso, algumas pessoas comemoram a tomada dos espaços públicos por um número tão grande de pessoas, que poderiam estar trancadas em casa, mexendo no computador ou até mesmo no celular.
Para o museu
O DIÁRIO entrou em contato com a assessoria do Museu Histórico e Pedagógico “Índia Vanuíre” para saber a opinião da instituição, que tem sido a mais procurada nos últimos dias.
Segundo a nota, o museu acredita que essa movimentação é uma oportunidade para a população se aproximar da instituição, entrando em contato com a exposição do museu, unindo a brincadeira com a cultura.
“O jogo conquistou um público diversificado e de faixa etária variada. O museu estar inserido nisso é uma forma de despertar no público o sentimento de pertencimento e identidade”, informou a assessoria do museu.
Ainda de acordo com as informações, até o momento não houve qualquer transtorno. “Está tudo correndo de forma tranquila. A equipe do museu é muito bem preparada para receber e orientar os frequentadores da instituição. Todos os treinadores pokémon são bem-vindos, porém, devem seguir as regras da instituição. Também solicitamos que se preocupem em manter os arredores do museu sempre limpos e em ordem, recolhendo copos, garrafas, sacos de lanches, palitos, entre outros”.
Além de caçar pokémons, os caçadores aproveitam para conhecer a instituição cultural. “Grande parte do público tem o contato com a exposição de longa duração e ações educativas realizadas pela instituição”, destacou o museu, acrescentando ainda que, comparando o mês de agosto com o mesmo período de julho, pode-se dizer que o público visitante do museu triplicou.
Fonte: www.diariotupa.com.br

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