terça-feira, 9 de agosto de 2016

Região registra saldo negativo de empregos com carteira assinada em junho, aponta o Ministério do Trabalho

Segundo o Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged), são 170 demissões a mais, comparadas com as contratações formais em junho



As cidades da região com mais de dez mil habitantes, registraram em junho, saldo negativo de 173 postos de trabalho com carteira assinada, conforme aponta o balanço mensal do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.
Nos municípios de circulação do Jornal Regional, com a mais de dez mil moradores, somente Lucélia e Junqueirópolis apresentaram índice positivo de contratações formais no mês de junho.
Lucélia ocupa o 68º lugar no ranking estadual na geração de empregos no mês passado com 245 contratações e 204 desligamentos, registrando saldo positivo de 41 novos postos de trabalho e Junqueirópolis, em 89º lugar, com 118 admissões, 93 desligamentos e saldo positivo de 25 postos.
As demais cidades acompanham a estatística de empregos registrados em carteira no Estado que em junho teve a redução de 0,25% dos assalariados totalizando, segundo o Caged, 29.914 demissões de trabalhadores formais.
O resultado deve-se principalmente à queda dos empregos nos setores dos serviços (-16.722 postos), da indústria de transformação (-12.462), da construção civil (-8.447) e do comércio (-6.773). Saldo negativo que superou a expansão dos empregos na Agropecuária (+14.321 novos postos).
REGIÃO - Pacaembu ocupou em junho, a 149ª posição no ranking de empregos no Estado, com 21 contratações e 22 desligamentos (saldo de –1); Panorama está na 150ª posição, com 82 admissões e 83 desligamentos (-1); Dracena ocupa o 203º lugar, com 280 contratações e 296 desligamentos (-16).
Adamantina está na 242ª posição estadual, com 194 admissões e 231 desligamentos (-37) e Tupi Paulista ocupa a 324ª colocação no Estado, com 36 admissões, 204 desligamentos (-168).
No Mato Grosso do Sul (MS), os dados do Caged apontam as cidades com mais de 30 mil habitantes, Brasilândia que possuía no ano passado, 11.903 moradores (dados do IBGE), não é incluída na relação do cadastro de emprego e desemprego.
PAÍS – Na sexta-feira, 29, de junho, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou o resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) que indica a taxa de desocupação no país durante o trimestre encerrado em junto em 11,3%.
É um índice mais alto, comparado ao primeiro trimestre do ano que encerrou em março, que foi de 10,9%.Na comparação com o mesmo período de 2015 (8,3%), o quadro no segundo trimestre deste ano também foi de acréscimo (-3%).
A população desocupada (11,6 milhões de pessoas) cresceu 4,5 % em relação ao observado entre janeiro e março (11,1 milhões de pessoas), um acréscimo de 497 mil pessoas na procura por emprego. No confronto com igual trimestre do ano passado, esta estimativa subiu 38,7%, um aumento de cerca de 3,2 milhões de pessoas desocupadas.(Com informações do Ministério do Trabalho e IBGE).

Fonte: www.portalregionalo.net.br

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