Família da vítima ficou inconformada com a decisão e voltou a procurar pela Polícia
Já
está em liberdade o jovem de 23 anos, morador de Tarumã, que no dia 15
de janeiro foi denunciado e preso sob a acusação de ter estuprado, um
dia antes, a enteada de 12 anos de idade. Ela e os irmãos mais novos, de
quatro e três anos, foram deixados sob a custódia do acusado na noite
do domingo, 14 de janeiro e, depois que a mãe das três crianças viajou,
ele teria realizado um churrasco com amigos, antes de cometer o abuso
com a adolescente.
A denúncia foi feita à Polícia depois que a vítima entrou em contato telefônico com a avó, somente na tarde de segunda-feira, dia 15. A avó foi de Assis até Tarumã para socorrer a neta que ainda estava sob a tutela do padrasto. Foi formalizada a prisão e o rapaz passou a noite detido, amanhecendo terça-feira em uma cela da Central de Polícia Judiciária de Assis para aguardar a apresentação no Fórum, à tarde, em audiência de custódia.
Depois de a Polícia Civil ouvir os depoimentos da criança vítima do abuso sexual, na presença de uma conselheira tutelar, e da avó da menina que confirmou as desconfianças sobre o acusado, que negou ter cometido o crime, os relatos foram encaminhados para o Ministério Público e para a Vara da Infância e da Juventude.
No entanto, após ser ouvido no Fórum na tarde de terça-feira, dia 16, o indiciado foi solto, pois, na interpretação do juiz, não ficou caracterizada a prisão em flagrante delito por conta do intervalo de tempo entre a hora em que se diz que o crime aconteceu e a prisão do suposto autor, cerca de 24 horas depois.
Familiares da menina estiveram na Central de Polícia Judiciária em Assis nesta quarta-feira, dia 17, mas não quis falar com a imprensa. O fato de procurarem a Polícia Civil para buscar outros meios de fazer com que o acusado vá para a cadeia conclui-se que estejam inconformados com a decisão judicial e a soltura do indiciado.
A denúncia foi feita à Polícia depois que a vítima entrou em contato telefônico com a avó, somente na tarde de segunda-feira, dia 15. A avó foi de Assis até Tarumã para socorrer a neta que ainda estava sob a tutela do padrasto. Foi formalizada a prisão e o rapaz passou a noite detido, amanhecendo terça-feira em uma cela da Central de Polícia Judiciária de Assis para aguardar a apresentação no Fórum, à tarde, em audiência de custódia.
Depois de a Polícia Civil ouvir os depoimentos da criança vítima do abuso sexual, na presença de uma conselheira tutelar, e da avó da menina que confirmou as desconfianças sobre o acusado, que negou ter cometido o crime, os relatos foram encaminhados para o Ministério Público e para a Vara da Infância e da Juventude.
No entanto, após ser ouvido no Fórum na tarde de terça-feira, dia 16, o indiciado foi solto, pois, na interpretação do juiz, não ficou caracterizada a prisão em flagrante delito por conta do intervalo de tempo entre a hora em que se diz que o crime aconteceu e a prisão do suposto autor, cerca de 24 horas depois.
Familiares da menina estiveram na Central de Polícia Judiciária em Assis nesta quarta-feira, dia 17, mas não quis falar com a imprensa. O fato de procurarem a Polícia Civil para buscar outros meios de fazer com que o acusado vá para a cadeia conclui-se que estejam inconformados com a decisão judicial e a soltura do indiciado.
AssisCity/ Foto: AssisCity
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