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Os macacos encontrados mortos na região não tinham febre amarela.
Os resultados dos exames feitos no Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo,
deram negativo para a doença.
Em Araçatuba, a Prefeitura investigava a morte de dois macacos
encontrados no Zoológico Municipal Dr. Flávio Leite Ribeiro. A suspeita é
de que a morte de um deles tenha sido provocada em decorrência de uma
infecção gastrointestinal. O outro foi doado ao zoo após o tutor dele
falecer. A viúva alegou que não tinha condições de cuidar dele.
Em 2016, cinco macacos morreram. Todos foram necropsiados pelos
veterinários do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) e não tinham a
doença.
Caso apareça macaco morto perto de alguma residência, a população
pode acionar imediatamente a equipe do CCZ pelo telefone (18) 3636-1180
para que os servidores façam a coleta do animal e encaminhem para a
investigação epidemiológica.
BURITAMA
No caso de Buritama, o macaco encontrado morto em 26 de janeiro, com
suspeita da doença, teve coletados para exames fragmentos do coração,
pulmão, baço, fígado e cérebro.
O animal estava em uma estrada rural, que fica a cerca de dois
quilômetros de onde residia um homem de 65 anos, que veio a óbito no
último dia 14, na Santa Casa de Birigui. A Prefeitura informou que a
morte do idoso está em investigação, mas que a notificação foi de dengue
e febre amarela. Já Birigui registrou como leishmaniose, leptospirose,
dengue, hantavírus, hepatite virais e febre maculosa.
INTENSIFICAÇÃO
A Prefeitura de Buritama informa, em nota, que esta semana iniciou a
intensificação de controle das arboviroses e escorpião. O órgão
responsável pela ação é a Divisão de Vigilâncias e conta com parceria
dos agentes controladores de vetores e comunitárias de saúde.
O trabalho acontece em toda a cidade. Os profissionais orientam os
moradores sobre os cuidados e as medidas necessárias para eliminar
criadouros do mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, chikungunya,
zika e febre amarela, além da aplicação de roteiro na prevenção do
escorpião.
LINK CURTO: http://folha.fr/1.391824
Fonte:.folhadaregiao.com.br
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Em Araçatuba, a Prefeitura investigava a morte de dois macacos encontrados no Zoológico Municipal Dr. Flávio Leite Ribeiro. A suspeita é de que a morte de um deles tenha sido provocada em decorrência de uma infecção gastrointestinal. O outro foi doado ao zoo após o tutor dele falecer. A viúva alegou que não tinha condições de cuidar dele.
Em 2016, cinco macacos morreram. Todos foram necropsiados pelos veterinários do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) e não tinham a doença.
Caso apareça macaco morto perto de alguma residência, a população pode acionar imediatamente a equipe do CCZ pelo telefone (18) 3636-1180 para que os servidores façam a coleta do animal e encaminhem para a investigação epidemiológica.
BURITAMA
No caso de Buritama, o macaco encontrado morto em 26 de janeiro, com suspeita da doença, teve coletados para exames fragmentos do coração, pulmão, baço, fígado e cérebro.
O animal estava em uma estrada rural, que fica a cerca de dois quilômetros de onde residia um homem de 65 anos, que veio a óbito no último dia 14, na Santa Casa de Birigui. A Prefeitura informou que a morte do idoso está em investigação, mas que a notificação foi de dengue e febre amarela. Já Birigui registrou como leishmaniose, leptospirose, dengue, hantavírus, hepatite virais e febre maculosa.
INTENSIFICAÇÃO
A Prefeitura de Buritama informa, em nota, que esta semana iniciou a intensificação de controle das arboviroses e escorpião. O órgão responsável pela ação é a Divisão de Vigilâncias e conta com parceria dos agentes controladores de vetores e comunitárias de saúde.
O trabalho acontece em toda a cidade. Os profissionais orientam os moradores sobre os cuidados e as medidas necessárias para eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, chikungunya, zika e febre amarela, além da aplicação de roteiro na prevenção do escorpião.
LINK CURTO: http://folha.fr/1.391824
Fonte:.folhadaregiao.com.br
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