Rapaz tem 28 anos e era um dos acompanhantes da vítima que morreu durante discussão em lanchonete.
A Polícia Civil de Junqueirópolis
prendeu um outro rapaz envolvido na discussão que resultou na morte do
vigilante Antônio Carlos Santana Pereira, 35 anos, ocorrida em uma
lanchonete localizada próximo ao terminal rodoviário na madrugada de
hoje, 9/2. M.S, 28 anos, foi preso acusado de extorsão e dano.
Segundo a investigação, M.S. teria
conseguido o valor de R$ 200 da companheira do proprietário da
lanchonete mediante ameaça, referindo-se a uma possível retaliação de
uma facção criminosa, da qual Pereira supostamente seria um membro. A
audácia do acusado foi descoberta enquanto ele ainda era apenas uma
testemunha do homicídio.
De acordo com a Polícia Civil, logo
após fechar o estabelecimento, enquanto caminhava na companhia dos pais
em direção a sua residência, a mulher foi abordada por M.S. que exigia
dinheiro em troca de uma suposta proteção para não ser morta por
integrantes da facção. Além da preservação da vida, o dinheiro também
evitaria que ele e o bando não ateassem fogo na lanchonete, em
represália pela morte do suposto integrante da organização.
Abalada com os fatos ocorridos
anteriormente na lanchonete e temerosa das ameaças, a mulher entregou
para M.S. a quantia de R$ 200, fracionadas em quatro notas de R$ 50.
Mas, não satisfeito, na companhia de um outro homem, que também era
testemunha do homicídio, danificaram diversos objetos, sendo
eletrodomésticos, garrafas de bebidas e demais utensílios, da
lanchonete.
Após as oitivas, o delegado
plantonista Victor Fernando Cangani Biroli, baseado também em provas
comprobatórias de imagens do sistema de monitoramento eletrônico do
estabelecimento comercial, deferiu a prisão de M.S. acusado de extorsão
(art. 158) e dano (art. 163). Já o comparsa, por estar comprovado apenas
a sua participação na danificação do toldo e não ficar comprovado a sua
participação no ato de extorsão, foi liberado.
Durante revista na delegacia, um
policial militar localizou R$ 150, fracionados em três notas de R$ 50,
no bolso traseiro do lado direito da bermuda de M.S. Já os outros R$ 50
conseguidos mediante a extorsão foram localizados, em nota única, no
bolso da bermuda do comparsa.
M.S. foi submetido a audiência de
custódia, porém diante da gravidade dos fatos e constatação da
legalidade da ação policial, o juiz deferiu pela manutenção da prisão
arbitrada pelo delegado. Ele foi encaminhado para a Cadeia Pública de
Presidente Venceslau para posterior transferência para o Centro de
Detenção Provisória (CDP) de Caiuá, onde permanecerá a disposição da
Justiça.
Fonte: junqueiropolisemdia.com.br
Fonte: junqueiropolisemdia.com.br
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