José Roberto Andreotti começou a coleção na Copa do Mundo de 2010 e nunca mais parou
Tudo
começou com o álbum de figurinhas ainda vazio no encarte do jornal
Estadão, às vésperas da Copa do Mundo de 2010. Desde então, o assisense
José Roberto Andreotti descobriu a paixão de colecionar e nunca mais
parou.
"Eu era assinante do jornal Estadão e na Copa do Mundo de 2010 o álbum veio no encarte do jornal. Foi a partir disso que tive conhecimento dos álbuns de figurinhas. Até então passava pouco na banca e nunca tinha prestado atenção nesse universo. Os amigos do trabalho fizeram o álbum também, então aproveitávamos para trocar figurinhas e o gosto foi aumentando. Depois disso comecei a colecionar álbuns do Campeonato Brasileiro, da Champions League e de esportes em geral, que é um assunto que sempre me atraiu”, afirma Betão.
Em busca das figurinhas que faltavam para completar seus álbuns, Betão descobriu um site que expandiu seus horizontes.
"Eu encontrei um site na internet para trocar figurinhas e completar o álbum, mas percebi que havia álbuns de filmes, desenhos e muito mais coisas. Um dos colecionadores do site, chamado Leandro, me convidou para participar de um grupo de WhatsApp em 2014 e a partir disso passei a colecionar álbuns de outras temáticas também, sobre os assuntos que me interessavam. Só os mais infantis que não tenho, mas calculo que já tenha conseguido completar mais de 150 álbuns de figurinhas de temas diversos”, salienta.
O que era apenas um grupo no WhatsApp se tornou uma grande família: os Figurináticos.
"Nosso grupo tem um nome com logo registrada e tudo que se chama Figurináticos. São pessoas do Brasil todo e que continua até hoje. Os colecionadores formam uma família tão unida que já fizemos vários encontros entre os participantes. O primeiro foi em Rancharia, mas já fomos para Brasília, Rio de Janeiro e nesse ano vamos nos encontrar em Curitiba. São cerca de 120 pessoas que nem sempre podem estar presentes, mas é uma brincadeira que ficou séria”, acrescenta.
Sobre a dificuldade de encontrar figurinhas raras e o valor delas, Betão diz que o mais importante é ajudar um ao outro.
"Para quem coleciona como nós não existe essa história de figurinhas brilhantes ou raras. O pacote com cinco está custando R$2,00, então cada uma sai por R$0,40 em média. Mas como eu disse, nos tornamos uma grande família, então ajudamos um ao outro sem pensar nisso. Se eu tenho 10 figurinhas repetidas e o outro tem duas que ainda faltam para mim, nós trocamos por cartas e vamos nos ajudando. Afinal, é algo que não dá para trocarmos por e-mail. Também tem sites específicos para trocas e assim vamos conseguindo completar os álbuns”, explica.
Dos álbuns da Copa do Mundo, Betão tem completados de 1990 a 2018, mas ele conta que seu preferido é o do Corinthians.
"Eu tenho quatro álbuns completos do Corinthians, que é meu grande xodó em meio a todos os outros. Dei alguns de presente, mas ainda tenho dois comigo. Minha mulher briga comigo, falando onde eu vou guardar tudo isso, porque moramos em um apartamento. Mas sempre arrumamos um lugarzinho para deixar tudo bem organizado e preservado. O primeiro álbum que me lembro de completar foi da Copa de 1982, do chiclete Ping Pong. Nós colávamos as figurinhas com cola de farinha, já que elas não eram autocolantes, mas infelizmente ele acabou sumindo. Acho que foi ai que tudo começou e agora não para mais”, conclui.
José Roberto Andreotti, o Betão, em meio à sua coleção de álbuns de figurinhas
São mais de 150 álbuns completos de diversas temáticas
Coleção começou em 2010 e desde então só cresce
Álbum da Copa de 2010 foi o início da paixão pelos álbuns
Álbum do Corinthians é o preferido de Betão
"Eu era assinante do jornal Estadão e na Copa do Mundo de 2010 o álbum veio no encarte do jornal. Foi a partir disso que tive conhecimento dos álbuns de figurinhas. Até então passava pouco na banca e nunca tinha prestado atenção nesse universo. Os amigos do trabalho fizeram o álbum também, então aproveitávamos para trocar figurinhas e o gosto foi aumentando. Depois disso comecei a colecionar álbuns do Campeonato Brasileiro, da Champions League e de esportes em geral, que é um assunto que sempre me atraiu”, afirma Betão.
Em busca das figurinhas que faltavam para completar seus álbuns, Betão descobriu um site que expandiu seus horizontes.
"Eu encontrei um site na internet para trocar figurinhas e completar o álbum, mas percebi que havia álbuns de filmes, desenhos e muito mais coisas. Um dos colecionadores do site, chamado Leandro, me convidou para participar de um grupo de WhatsApp em 2014 e a partir disso passei a colecionar álbuns de outras temáticas também, sobre os assuntos que me interessavam. Só os mais infantis que não tenho, mas calculo que já tenha conseguido completar mais de 150 álbuns de figurinhas de temas diversos”, salienta.
O que era apenas um grupo no WhatsApp se tornou uma grande família: os Figurináticos.
"Nosso grupo tem um nome com logo registrada e tudo que se chama Figurináticos. São pessoas do Brasil todo e que continua até hoje. Os colecionadores formam uma família tão unida que já fizemos vários encontros entre os participantes. O primeiro foi em Rancharia, mas já fomos para Brasília, Rio de Janeiro e nesse ano vamos nos encontrar em Curitiba. São cerca de 120 pessoas que nem sempre podem estar presentes, mas é uma brincadeira que ficou séria”, acrescenta.
Sobre a dificuldade de encontrar figurinhas raras e o valor delas, Betão diz que o mais importante é ajudar um ao outro.
"Para quem coleciona como nós não existe essa história de figurinhas brilhantes ou raras. O pacote com cinco está custando R$2,00, então cada uma sai por R$0,40 em média. Mas como eu disse, nos tornamos uma grande família, então ajudamos um ao outro sem pensar nisso. Se eu tenho 10 figurinhas repetidas e o outro tem duas que ainda faltam para mim, nós trocamos por cartas e vamos nos ajudando. Afinal, é algo que não dá para trocarmos por e-mail. Também tem sites específicos para trocas e assim vamos conseguindo completar os álbuns”, explica.
Dos álbuns da Copa do Mundo, Betão tem completados de 1990 a 2018, mas ele conta que seu preferido é o do Corinthians.
"Eu tenho quatro álbuns completos do Corinthians, que é meu grande xodó em meio a todos os outros. Dei alguns de presente, mas ainda tenho dois comigo. Minha mulher briga comigo, falando onde eu vou guardar tudo isso, porque moramos em um apartamento. Mas sempre arrumamos um lugarzinho para deixar tudo bem organizado e preservado. O primeiro álbum que me lembro de completar foi da Copa de 1982, do chiclete Ping Pong. Nós colávamos as figurinhas com cola de farinha, já que elas não eram autocolantes, mas infelizmente ele acabou sumindo. Acho que foi ai que tudo começou e agora não para mais”, conclui.
José Roberto Andreotti, o Betão, em meio à sua coleção de álbuns de figurinhas
São mais de 150 álbuns completos de diversas temáticas
Coleção começou em 2010 e desde então só cresce
Álbum da Copa de 2010 foi o início da paixão pelos álbuns
Álbum do Corinthians é o preferido de Betão
Fonte: AssisCity
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