![]() |
| Imagem ilustrativa (Foto Internet) |
O empresário constatou uma queda nas vendas neste ano e observou que os consumidores perderam o costume de estocar botijões em suas residências. “Hoje raramente alguém compra o botijão para estocar. Só compra mesmo quando acaba”, ressaltou.
O empresário acredita em um aumento nas vendas com a chegada das baixas temperaturas. “No frio é normal aumentar o consumo. O botijão que durava 60 dias, vai durar agora cerca de 40 dias”, observou.
No período de frio aumenta o consumo por sopas, caldos, bolos e alimentos quentes, o que eleva a demanda por gás de cozinha.
Crise
O empresário Aparecido Batista de Oliveira, que possui uma revendedora situada na Rua Magi Convento nº 189, disse que as vendas em seu estabelecimento comercial caíram cerca de 5% neste ano, em relação ao ano passado. “Hoje os consumidores estão economizando mais e muitos trocaram o gás de cozinha por microondas. Deixaram de investir no gás, mas estão gastando mais com energia elétrica”, observou.
Na revendedora de Oliveira, o preço do botijão de 13 quilos teve uma redução de 12,7%. No início do ano, o produto custava R$ 63,00 e agora custa R$ 55,00 no preço à vista.
O empresário disse que o botijão de 13 quilos custa R$ 70,00 no preço pago a prazo. “Não alterei o preço a prazo porque à vista está muito barato. Esse é o mesmo valor tanto para retirada no depósito quanto para a entrega”, destacou.
Segundo Oliveira, o botijão de gás de 13 quilos na região da Grande São Paulo pode custar até R$ 80,00 no preço à vista, o que representa um aumento de 45,5% em relação aos preços praticados pelas revendedoras tupãenses.
Vale lembrar que já existem revendedoras em Tupã que comercializam o produto por até R$ 50,00 no preço à vista, devido a baixa nas vendas registrada no período.
Fonte: http://www.diariotupa.com.br/

Nenhum comentário:
Postar um comentário