domingo, 12 de janeiro de 2020

Paróquia sagrada Família de Lucélia tem telhado danificado pelo vendaval.

Por Jose Luiz Paiva
A forte chuva com ventos que caiu na tarde hoje, em Lucélia, danificou parte do telhado da Paróquia Sagrada Família. Internautas fotografaram o telhado, do lado da Rua Riciere Pernomiam já danificado. Lembrando que quando estava em construção, a Paroquia também foi danificada. As pessoas devem evitar passar pelo local, pois pode haver cabos energizados pendurados ou mesmo no chão. Informações chegadas neste instante 18:10h, diz que não haverá a missa das 19:00h.

Fotos enviadas por Waldir Paiva


Foto de George Yassuo Hashimoto

sábado, 11 de janeiro de 2020

Van vai parar em meio a vegetação próximo ao trevo da UniFAI em Adamantina


Uma van foi parar em meio a vegetação por volta das 16h30 desta sexta-feira (10) na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294) em Adamantina.

O acidente ocorreu nas proximidades do trevo da UniFAI quando o condutor seguia no sentido Adamantina/Flórida Paulista.
Ele invadiu o leito carroçável e só parou após atingir uma placa, arbustos e pés de banana plantados no local.

De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, ainda não se sabe o que teria ocasionado o acidente.

O motorista não sofreu ferimentos. Também não foi informado se a van estava carregada no momento do acidente.
FOTO: Celso Rodrigues / adamantinanet.com.br

Retrospectiva arroz: exportação aquecida e estoque baixo sustentam preços do casca em 2019



Arrozal (Foto de internet)
O mercado de arroz em casca atravessou 2019 com preços internos em patamares relativamente firmes, devido aos poucos estoques nacionais e ao bom desempenho das exportações brasileiras. Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, a produção interna foi menor nesta temporada, diante da redução no cultivo – vale lembrar que os preços caíram no segundo semestre de 2018.
No primeiro semestre de 2019, os valores internos oscilaram, com queda nos três primeiros meses, devido à retração de parte das beneficiadoras. Além disso, pesquisadores do Cepea indicam que houve pressão dos setores atacadistas e supermercadistas dos grandes centros consumidores, por causa da chegada da temporada 2018/19 no Rio Grande do Sul. No segundo trimestre, por outro lado, compradores estiveram mais ativos, visto que precisaram renovar seus estoques, contexto que elevou as cotações no período.
Os valores seguiram em alta no segundo semestre, atingindo o maior patamar desde 2017, em termos nominais. Este cenário esteve atrelado à necessidade de indústrias de atender contratos de exportação e à postura recuada de produtores, que, por causa dos custos de produção elevados, decidiram segurar a oferta. O pouco volume remanescente em estoque e as incertezas quanto às condições climáticas também ajudaram a sustentar os preços no período.
No acumulado do ano, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% de grãos inteiros, subiu 19,62%, fechando a R$ 48,04/sc de 50 kg no dia 30. A média anual, de R$ 43,51/sc de 50 kg, registrou alta de 9,3% frente à de 2018 (R$ 39,80/sc de 50 kg), em termos nominais.
INDUSTRIAL – De janeiro a novembro de 2019 (último dado disponível), no comparativo com o mesmo período do ano anterior, o beneficiamento e as vendas de arroz somaram 6,78 milhões de toneladas, segundo dados do Irga (Instituto Rio Grandense de Arroz). Na parcial do ano-safra (entre março e novembro), as negociações totalizaram 5,58 milhões de toneladas, 4,26% abaixo da quantidade registrada no mesmo período do ano anterior.
INTERNACIONAL – Em 2019, as exportações somaram 1,43 milhão de toneladas, 21% menores que as do mesmo período de 2018. As importações totalizaram 995,98 mil toneladas, alta de 19,6% frente a 2018.
De acordo com dados do USDA, a produção global 2018/19 foi recorde, totalizando 499,2 milhões de toneladas de arroz beneficiado, alta de 0,96% frente à anterior (494,89 milhões de toneladas de arroz beneficiado). O crescimento veio das maiores colheitas na Índia, Bangladesh, Vietnã, Estados Unidos, e Indonésia, em especial. O consumo mundial ficou abaixo da produção, mesmo com elevação de 1,33% frente à safra passada. O estoque global chegou a 173,3 milhões de toneladas, fortes 6,6% maior que o da safra 2017/18.
Fonte: Cepea

Açúcar sobe e impulsiona as vendas


Foto Notícia

Após a disparada do dólar entre outubro e novembro ter aberto o apetite das usinas brasileiras para fixar os preços de exportação de açúcar da próxima safra (2020/21), em dezembro foi a valorização da commodity na bolsa de Nova York que estimulou as negociações. E a história pode se repetir neste mês, dado que os preços do adoçante iniciaram o ano com tendência de alta mais firme.

De acordo com levantamento da Archer Consulting, as usinas brasileiras fixaram o preço de exportação de 1,334 milhão de toneladas de açúcar para embarque na safra 2020/21 (que começa em abril) ao longo do mês de dezembro.

Com isso, a proporção de açúcar precificada antecipadamente encostou na média histórica, após meses de atraso. Até 31 de dezembro, 6,819 milhões de toneladas de açúcar tinham sido fixadas para a próxima temporada, o que representa 35% do volume a ser exportado - caso se assume que o Brasil exportará 19,5 milhões de toneladas em todo o ciclo 2020/21. "Esse percentual está bastante alinhado com a média dos últimos cinco anos nesse período, que é de 35,3%", afirmou Arnaldo Corrêa, sócio da Archer, em relatório.

E o preço médio das transações está ligeiramente melhor. Até o fim de dezembro, o valor médio das fixações para 2020/21 estava em 13,19 centavos de dólar a libra-peso (equivalente a R$ 1,244 por tonelada posto no porto de Santos). No ano passado, no mesmo período, o valor médio das fixações para 2019/20 era de 13,10 centavos de dólar por libra-peso (ou R$ 1,172 por tonelada em Santos), segundo a Archer.

A consultoria observou que, em dezembro, o dólar médio foi mais baixo do que aquele observado no mês anterior (R$ 4,1150, contra R$ 4,1566), mas o preço médio de fechamento do açúcar na bolsa de Nova York para os contratos de primeira posição (para entrega em março) superou o do mês de novembro (13,34 centavos de dólar por libra-peso ante 12,69 centavos de dólar por libra-peso).

A comercialização pode avançar mais em janeiro, já que, neste início de ano, tanto os preços do açúcar na bolsa estão em alta como o dólar segue apreciado. Ontem, os contratos mais negociados na bolsa, para março, fecharam a 13,71 centavos de dólar a libra-peso, com alta de 1,78%.

Os contratos para entrega em maio e outubro - época de safra no Centro-Sul - também subiram e fecharam em 13,76 e 14 centavos de dólar a libra-peso, respectivamente. No acumulado do ano, os papéis para março já subiram 4,4%, os de maio, 3,9%, e os de outubro, 2,9%.

Em relatório assinado pelo analista Kim Dahan, a trading Sucden avaliou que é seguro dizer que os futuros do adoçante começaram o ano de modo mais interessante do que terminaram 2019. "Dada a recente movimentação dos preços, é difícil descartar novas altas."

Fonte: Valor Econômico
Texto extraído do boletim Siamig

Produção de soja do Brasil 2019/20 deve somar 123,6 mi t, diz Safras


Foto Notícia
Foto divulgação (Agência Reuters)
A produção de soja do Brasil em 2019/20 deve atingir 123,589 milhões de toneladas, informou nesta sexta-feira a consultoria Safras & Mercado, que reduziu a estimativa em relação aos 125,465 milhões de toneladas projetados em dezembro.

Segundo a Safras, a área plantada com soja no país nesta temporada tende a chegar a 37,032 milhões de hectares, um aumento de 1,8% sobre o ano anterior, o que representaria um novo recorde histórico.

A projeção reduzida na comparação com a estimativa anterior inclui ajustes negativos nas produtividades médias de Rio Grande do Sul e Bahia.

Já para a safra de milho 2019/20, a consultoria projetou uma colheita total de 103,262 milhões de toneladas, ante projeção anterior de 104,134 milhões de toneladas, devido a "problemas verificados com a estiagem na região Sul".

A área semeada com o cereal deve ser de 17,953 milhões de hectares, recuo de 0,3% ante a temporada anterior.

De acordo com comunicado da empresa, a segunda safra de milho ---principal da commodity no país--- pode chegar a 73,559 milhões de toneladas, ante 72,65 milhões na projeção do mês anterior.

USDA surpreende mercado e eleva previsão para produção de milho

Brasil segue com preços em alta


Foto de internet

Washington, 10 - O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevou nesta sexta-feira suas estimativas de produção e rendimento para o milho, surpreendendo o mercado. Em seu relatório mensal de oferta e demanda, publicado mais cedo, o governo dos EUA aumentou sua projeção para a safra 2019/20, de 13,661 bilhões para 13,692 bilhões de bushels (346,99 milhões para 347,78 milhões de toneladas).
Analistas consultados pelo <i>Wall Street Journal</i> projetavam 13,494 bilhões de bushels (342,75 milhões de toneladas). O rendimento passou de 167 para 168 bushels por acre (10,48 para 10,55 toneladas por hectare), ante previsão do mercado de 165,9 bushels por acre (10,41 toneladas por hectare). "Eu achava que a produção de milho seria reduzida", disse Doug Bergman, diretor de serviços agrícolas da RCM Asset Management.
Quanto à soja, o governo dos EUA elevou levemente sua estimativa de produção, de 3,550 bilhões para 3,558 bilhões de bushels (96,62 milhões para 96,84 milhões de toneladas). Os analistas esperavam um corte para 3,519 bilhões de bushels (95,78 milhões de toneladas). A produtividade foi elevada de 46,9 para 47,4 bushels por acre (3,15 para 3,19 toneladas por hectare), enquanto o mercado previa 46,6 bushels por acre (3,13 toneladas por hectare).
A projeção para estoques de milho ao fim da temporada 2019/20 foi reduzida de 1,910 bilhão para 1,892 bilhão de bushels (48,51 milhões para 48,06 milhões de toneladas), enquanto analistas esperavam 1,753 bilhão de bushels (44,53 milhões de toneladas). As reservas finais de soja foram mantidas em 475 milhões de bushels (12,93 milhões de toneladas), ante previsão de analistas de 432 milhões de bushels (11,76 milhões de toneladas). O USDA reduziu sua previsão para estoques finais de trigo, de 974 milhões para 965 milhões de bushels (26,51 milhões para 26,27 milhões de toneladas). O mercado esperava 972 milhões de bushels (26,46 milhões de toneladas).
O USDA divulgou também nesta sexta-feira seu relatório trimestral de estoques, e estimou as reservas de soja em 1º de dezembro de 2019 em 3,252 bilhões de bushels (88,51 milhões de toneladas), de 3,746 bilhões de bushels (101,96 milhões de toneladas) um ano antes. Analistas previam um volume menor, de 3,179 bilhões de bushels (86,53 milhões de toneladas).
Os dados mostraram que os estoques de milho nos EUA em 1º de dezembro somavam 11,389 bilhões de bushels (289,28 milhões de toneladas). Analistas esperavam 11,416 bilhões de bushels (290 milhões de toneladas). Já os estoques de trigo estavam abaixo do esperado no começo de dezembro. O USDA disse que as reservas no começo do mês passado totalizavam 1,834 bilhão de bushels (49,92 milhões de toneladas), em comparação a 2,009 bilhões de bushels (54,68 milhões de toneladas) um ano antes. O mercado estimava um número maior, de 1,922 bilhão de bushels (52,31 milhões de toneladas).
O USDA disse ainda que produtores dos EUA semearam 30,8 milhões de acres (12,46 milhões de hectares) com variedades de trigo de inverno em outubro e novembro do ano passado, referente à safra 2020/21. O número ficou abaixo da área de 2019, de 31,2 milhões de acres (12,63 milhões de hectares), mas em linha com a expectativa de analistas, de 30,7 milhões de acres (12,42 milhões de hectares). Fonte: Dow Jones Newswires.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

(Vamos ficar atentos) Escorpião sobe no colo de passageiro


O surgimento de um escorpião na área de embarque da Rodoviária de Campinas, no início desta semana, assustou passageiros que estavam no local


Por Gilson Reis